Transpondo muros, construindo relações.

Um grupo de jovens do Apadrinhe um Sorriso juntamente com alguns educadores foram conhecer o Museu de Arte do Rio. Tecer experiências como essa é fundamental para que esses jovens entendam que existe um mundo para além da favela em que residem.

As possibilidades encontradas nesse transitar pela cidade produzem uma aproximação entre os sujeitos e diminui as distâncias entre aqueles que transitam entre os espaços. Como citou o Professor Luiz Fernando Picanço: “As aproximações não se dão de forma fluída. A distância dos corpos nos corpos sociais, afasta o sujeito de ir, logo, de chegar”.

Ocupar os espaços é ter a garantia de sermos vistos como sujeitos de direitos.

Apadrinhe um Sorriso transpondo os muros da favela

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